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Clínicas e consultórios

O paciente decide
enquanto ninguém responde.

A Venno estrutura a operação de clínicas e consultórios: a primeira resposta no WhatsApp, o funil de paciente, o retorno que hoje depende de memória e a entrega segura do laudo. Conduzido dentro da resolução CFM 2.336/2023 e do tratamento de dado sensível que a LGPD exige.

O sintoma

A agenda tem espaço e mesmo assim o paciente não chega.

Raramente é falta de demanda. É a operação em volta da consulta que não foi estruturada.

O WhatsApp da clínica é um funil sem fundo

Mensagem chega a qualquer hora, a recepção responde quando dá, e quem não foi respondido em minutos já marcou em outro lugar.

O paciente some depois do procedimento

A base de quem já foi atendido está no sistema e ninguém a procura. O retorno depende de o paciente lembrar sozinho.

O laudo vai por onde der

Documento de saúde saindo por e-mail pessoal, foto de tela ou pen drive, sem registro de quem acessou.

Ninguém sabe de onde vem o paciente novo

Indicação, Google, Instagram e anúncio chegam pelo mesmo WhatsApp, e a origem se apaga na primeira mensagem.

Os instrumentos

Seis peças, acionadas conforme a clínica precisa.

Nenhuma delas toca a conduta clínica. Todas tocam o que acontece antes e depois dela.

Primeira resposta que não dorme

Atendimento com IA que acolhe, entende a necessidade, coleta o mínimo e encaminha para o setor certo, abrindo o registro no CRM. Sintoma clínico escala na hora para uma pessoa.

Funil de paciente, não caixa de entrada

Cada contato vira registro com etapa, dono e origem. A secretária deixa de depender de rolar a conversa para saber quem falta responder.

Jornadas de retorno

Acompanhamento programado em marcos definidos com o profissional, com mensagem aprovada e opção de sair do contato a qualquer momento.

Entrega segura de documento

Portal com a marca da clínica onde o paciente acessa o próprio laudo por link expirável, autenticado, com registro de cada acesso.

Presença digital dentro da norma

Site e conteúdo que respondem à dúvida real do paciente, com autoria e registro profissional visíveis, sem promessa de resultado.

Medição da origem

De onde veio cada paciente novo, do anúncio à conversa, para a verba parar de ser decidida por impressão.

As fronteiras

O que a norma decide antes do projeto começar.

Em saúde, requisito regulatório não entra na lista de prioridades. Ele define o que pode existir.

  1. 01

    Nada fala em nome do profissional sem aprovação

    Conteúdo, mensagem automática e resposta de atendimento passam por quem responde pelo registro profissional.

  2. 02

    Sem diagnóstico, dose ou promessa

    O canal não interpreta exame nem indica tratamento. Sintoma escala na hora para uma pessoa da equipe.

  3. 03

    Dado sensível com base legal e registro

    Consentimento registrado, acesso restrito e log de quem acessou o quê. A clínica é controladora, a Venno é operadora.

  4. 04

    Documento nunca fica público

    Laudo e exame só por link expirável, com autenticação do destinatário e conferência antes do envio.

Onde já roda

Operações reais, por especialidade.

Descrição por especialidade, sem nome de profissional: o contrato prevê confidencialidade e o uso como caso público depende de autorização por escrito.

Endocrinologia

Atendimento por IA no WhatsApp com triagem e encaminhamento para o setor certo, abertura de registro no CRM e jornadas programadas de acompanhamento pós-procedimento.

Pneumologia

Portal com a marca da clínica onde o paciente acessa o próprio laudo de exame, autenticado por dados pessoais, com link expirável e registro de acesso.

Urologia

CRM de atendimento e esteira de conteúdo automatizada, publicada como rascunho e liberada só depois da aprovação do médico.

Odontologia

Presença digital reestruturada e atendimento organizado em funil, com a origem do paciente carimbada na entrada.

Perguntas frequentes

O que clínicas costumam perguntar.

Sim, e é onde está a maior parte da carteira hoje: urologia, odontologia, pneumologia e endocrinologia. O trabalho é sobre a operação — atendimento, agenda, retorno de paciente, entrega de documento e presença digital — nunca sobre a conduta clínica.

Tratando a norma como fronteira do projeto, não como detalhe de revisão. Nenhum conteúdo promete resultado, exibe antes e depois ou sugere superioridade. O canal de atendimento não dá diagnóstico, não indica dose e não interpreta exame: quando aparece sintoma, a conversa escala na hora para uma pessoa da equipe. E nada é publicado em nome do profissional sem aprovação dele.

Dado de saúde é dado sensível e recebe tratamento próprio: base legal definida antes do go-live, consentimento registrado, acesso restrito e log de quem acessou o quê. Nos projetos de entrega de documento, o arquivo nunca fica público — o acesso é por link expirável, com autenticação do destinatário. A clínica é a controladora e a Venno atua como operadora, com contrato que diz isso.

Ela responde primeiro, não no lugar. Acolhe, entende o que a pessoa precisa, coleta o mínimo e encaminha para o setor certo, abrindo o registro no CRM. O que exige julgamento humano vai para uma pessoa, e sintoma clínico escala imediatamente. O ganho é a recepção parar de perder mensagem fora do horário e chegar na segunda-feira com a fila organizada.

Dá, e costuma ser o ativo mais desprezado da clínica. A base de quem já foi atendido está no sistema e ninguém a procura. A Venno estrutura jornadas programadas de retorno em marcos definidos com o profissional, sempre com mensagem aprovada e opção de sair do contato.

Quase nunca. A Venno trabalha sobre o software de gestão que a clínica já usa e conecta o que falta em volta dele: canal de atendimento, funil, medição e entrega de documento. Trocar sistema sem estrutura costuma só mudar o problema de lugar.
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Uma conversa sobre a operação.

Conte como o paciente entra em contato hoje e o que costuma se perder no caminho. A resposta vem com os próximos passos. Diagnóstico antes da implementação. Sempre.